* ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR

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“A ansiedade no coração deixa o homem abatido, mas uma boa palavra o alegra.” Pv 12:25

Ansiedade é um tema que não envelhece e não se esgota. Num mundo onde todos querem respostas rápidas e soluções prontas, lidar com problemas de díficil solução causa um profundo abatimento no coração que tem dificuldades para confiar no Senhor.

Eu, por muitas vezes, tenho esta dificuldade. Quando estamos ansiosos, somos tentados a fazer as coisas do nosso modo, como se duvidássemos que o Senhor pode nos ajudar. Esse ativismo parece justo, mas ele nos cansa, e na maioria das vezes não resolve o problema.

Quando a ansiedade querer te derrubar, reflita na forma como o Senhor vem conduzindo cada passo de sua vida até aqui. Você não percebe que é no andar da carroça que as abóboras se ajeitam? Deixa o Senhor trabalhar por você… e aprenda a viver uma vida mais tranquila com o Pai.

DEVOCIONAL AMOR EM CRISTO

* ORANDO A PALAVRA

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“A tua palavra, Senhor, para sempre está firmada nos céus” Sl 119:89

Você já sabe que Deus fala conosco através da Sua Palavra. Podemos falar a Sua Palavra de volta para Ele quando oramos “declarando a Palavra”. Talvez você nunca tenha ouvido a frase: “Ore a Palavra” e esteja se perguntando como fazer isso. Creio que “orar a Palavra” é a forma mais simples de oração disponível para qualquer cristão. Tudo que é necessário é ler palavras da Bíblia e orar essas palavras de uma maneira que as torne pessoais ou que as aplique a outra pessoa. Creio que a melhor maneira de fazer isso é iniciar com: “Deus, a Sua Palavra diz (inserir a Escritura) e eu creio nisto”.

Se você estivesse orando Jeremias 31.3 para si mesmo, diria algo assim: “Deus, a Sua Palavra diz que o Senhor me amou com amor eterno e que me atraiu com bondade. Eu lhe agradeço por me amar tanto e por continuar a me atrair para o Senhor com tanta bondade. Ajuda-me, Senhor, a ser consciente do Seu amor por mim”. Se você estivesse orando esta mesma Escritura para a sua amiga Susie, que estivesse tendo dificuldade para crer que Deus realmente a amava, você diria algo do tipo: “Deus, a Sua Palavra diz que o Senhor sabe que a Susie não tem se sentido muito segura do Seu amor ultimamente, então eu lhe peço para inundar as emoções dela com a verdade desta promessa”.

As promessas de Deus são para você; são para todos os cristãos – e Ele ama quando conhecemos a Sua Palavra e a oramos para Ele.

Joyce Meyer, em “DIRETO DO CORAÇÃO”

* CHEIRA MAL

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“Então ordenou Jesus: Tirai a pedra. Disse-lhe Marta, irmã do defunto: Senhor, já cheira mal, porque já é de quatro dias.” Jo 11:39

Talvez seus sonhos se encontrem no túmulo. Talvez a sua alegria esteja enterrada. Talvez todas as vozes proclamem que não adianta ter esperança.
Tudo cheira mal ao seu redor.

O que ocorreu com Lázaro, Marta e Maria naquele dia cheio de tristeza deve ser sempre lembrado. Jesus chegou e ordenou que removessem a pedra, mandou o defunto levantar e este o obedeceu, a morte foi revertida depois de 4 dias que havia tragado o amigo de Jesus.

Aquilo não foi um milagre isolado, JESUS continua levantando mortos que já cheiram mal. Esses mortos podem chamar sonho, relacionamento, saúde, família, alegria, auto-estima, realização profissional, dignidade… A maioria de nós tem o seu, ou os seus.

Marta quis dissuadir o Senhor, mostrando-Lhe a impossibilidade do fato. Enquanto Lázaro ainda estava vivo ela acreditava no poder de Jesus em curá-lo, contudo, depois de 4 dias de morto…Não, agora é tarde demais, Jesus!

Nós também agimos assim, não é? Enquanto enxergamos saída cremos que Deus pode fazer, então, oramos, clamamos, pedimos…..Porém, quando Ele não age naquele momento e a coisa fica preta, desistimos, enterramos a esperança. Acabou, tarde demais, Jesus!

Não, NUNCA é tarde para JESUS! Não importa o quanto cheire mal a situação. Temos que lembrar disso quando estamos diante de expectativas mortas e possibilidades putrefatas. JESUS PODE fazer o que ninguém acredita que pode ser feito. Você não acredita mais? Remova a pedra da descrença, do desânimo e do ceticismo, e veja-O agir. “Então ordenou Jesus: Tirai a pedra.”

Neuma Fernandes

* DEUS TEM AS TUAS RESPOSTAS

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“Que o Senhor te responda no tempo da angústia; o nome do Deus de Jacó te proteja!” Salmos 20.1

Se você já esteve em um relacionamento, tentou administrar o seu dinheiro, teve um emprego, tentou descobrir e cumprir o propósito de Deus para a sua vida ou tentou crescer espiritualmente – então você provavelmente se deparou com alguns problemas. Os problemas fazem parte da vida e quando você se livra de um, muito provavelmente terá outro logo depois dele. Isso é verdade para todos nós e embora possamos nos desenvolver e amadurecer nas nossas capacidades de confrontar, resistir, ser firmes e viver em vitória, estaremos sempre enfrentando com um problema ou outro.

Só Deus tem as soluções para os problemas da vida, e a melhor coisa que podemos fazer com os nossos problemas é entregá-los a Ele. Precisamos parar de revivê-los na nossa mente, parar de falar sobre eles, parar de nos afligir por causa deles e simplesmente liberar as pressões e os problemas da vida para Deus e deixar que Ele resolva tudo. Se aprendermos a entregar o nosso estresse e as nossas situações a Deus, ficaremos mais felizes e mais relaxados.

Deus pode fazer mais em um instante do que nós podemos fazer em toda uma vida de trabalho e esforço. Ele pode fazer com você em um instante e transformar completamente uma situação; uma palavra Dele pode resolver tudo. Nada é grande demais para impedir Deus de realizar, e nada é pequeno demais para impedi-lo de se preocupar. Ele se importa com tudo que diz respeito a você, portanto, entregue os seus problemas a Deus e deixe que Ele lhe dê as soluções que você precisa.

Joyce Meyer, em “OUVINDO DEUS A CADA MANHÔ

* FÉ E PACIÊNCIA – DUETO VITORIOSO

Se a vitória só vem no fim da prova, o que acontece até lá? Podemos dizer que o tratamento acontece dentro da prova, no tempo em que a pessoa está esperando o livramento de Deus. O que faz alguém mais que vencedor não é uma vitória imediata, no primeiro “round” da luta, por assim dizer; é justamente a espera que produz em nós este tratamento.

Vivemos na época dos instantâneos. Comida pronta congelada. Rápida locomoção e comunicação, e outras coisas mais. Nossa geração não sabe ser paciente. Foi-se aquela época em que se fazia a massa do macarrão em casa antes de prepará-lo no almoço!

E por causa disto não sabemos esperar; vivemos ansiosos, afobados e fazendo de tudo para ganhar tempo. Só que quando as provas e tribulações chegam, achamos que as orações tem que ser todas instantaneamente respondidas e que tudo deve se resolver com urgência; mas como na maioria das vezes não acontece assim, acabamos nos desesperando. Precisamos aprender a esperar, pois a espera produzirá preciosos frutos em nós se o permitirmos.

Entre toda promessa de Deus e seu cumprimento há um intervalo chamado tempo. O tempo é o período de espera até que tudo se cumpra. O mesmo se dá na adversidade; entre o começo dela e seu fim (nossa vitória) há um intervalo chamado tempo, em que devemos esperar. A espera vai produzir mais resultados dentro de nós do que aquilo que veremos fora de nós neste tempo.

Muita gente acha que a espera é uma desculpa dos que não crêem na intervenção imediata de Deus, mas na verdade ela é uma marca na vida daqueles que crêem! Fé e paciência caminham juntas e não há meios de separá-las; vemos isto no ensino do Novo Testamento:

“Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança; para que não vos torneis indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas.” Hebreus 6:11,12.

Ou seja, não se herdam as promessas divinas apenas por fé, mas pela fé e paciência juntas! Isto não dá sustento à visão de uma fé automática, tipo varinha de condão das fadas madrinhas, mas leva-nos a ver que a espera faz parte do processo de intervenção divina em nossas vidas.

Luciano Subirá, em “O AGIR INVISÍVEL DE DEUS”

* QUE QUERES QUE EU TE FAÇA?

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De vez em quando, chegamos a Deus com o pedido errado. Nesses casos, será que não são as nossas atitudes que precisam de modificação? Até no final do ministério de Jesus, os seus discípulos tinham muito a aprender. Vinham ouvindo Jesus ensinar, mas leva tempo para realmente compreender coisas novas. Jesus os ensinava de muitas maneiras. Em certa ocasião tiveram mesmo que aprender a lição de Jesus com um mendigo cego.

Jesus e seus discípulos estavam caminhando para fora de Jericó quando um mendigo começou a aprontar uma cena. Havia uma multidão ao redor, e este cego percebeu que Jesus estava passando por perto. Provavelmente tinha ouvido falar de que Jesus havia curado um cego em outra cidade. Teria sonhado de ter a bênção de um encontro com Jesus, um sonho apaixonante. Percebia que a sua única oportunidade de obter uma nova chance na vida encontrava-se em Jesus. Ninguém jamais havia curado um cego até Jesus entrar em cena. Era a sua única chance!

Percebendo que Jesus vinha pelo caminho, começou a berrar. “Jesus, Filho de Davi! Tenha misericórdia de mim!”. O povo indignou-se com o alvoroço do mendigo e mandou que se calasse, afinal, a sua cegueira era comprovação para eles que sofria o castigo de Deus por causa de algum pecado, ou seu ou dos seus pais. A sua condição era, para o povo, justa e merecida.

Ele berrava e a multidão o repreendia, berrava ainda mais, logo tudo mudou. Jesus ouviu os berros do cego e mandou que o chamasse, este jogou para o lado a sua capa e apressou-se para ir ter com Jesus. A multidão, agora o ajudando, o incentivava. Chegando para Jesus e Jesus lhe perguntou “Que queres que eu te faça?”.

Que pergunta boba! Que outra coisa pediria um cego, senão a oportunidade de ver? Será que Jesus era cego também? Será que não sabia distinguir um cego? Se nem ao menos reconhecia a sua cegueira, como poderia curá-lo?

Pego de surpresa, o cego respondeu, “Mestre?! Que eu veja!”. “Vai a tua fé te salvou”.
Às vezes, as perguntas de Jesus são cruciais para entender uma passagem. Às vezes, deveríamos questionar mais as narrativas de Jesus, em vez de passar por cima de algum detalhe que parece estranho.

Porque será que Jesus teve de perguntar ao cego o que ele queria? Será que não sabia que o cego queria ver? Para entender o episódio, é necessário apreciar um pouco do conjunto. Como normal nos evangelhos, a atenção do narrador não está voltada para este cego que recebeu vista, nem ao fato de que Jesus pôde curá-lo. A atenção do narrador concentra-se na interação entre Jesus e os seus discípulos. É nesta interação que se compreende aquilo que Jesus estava tentando ensinar a respeito do Reino.
Os discípulos vinham seguindo Jesus, ouvindo as suas palavras e vendo os seus feitos milagrosos, porém não quer dizer que compreendiam a mensagem do Mestre. Na maioria dos casos, um aprendizado real leva tempo para integrar aquilo que se ouve, como também era o caso dos discípulos.

Na passagem imediatamente anterior ao relato de Bartimeu, dois discípulos chegam a fazer um pedido para Jesus. Nesse relato encontramos Jesus fazendo a mesma pergunta que fez a Bartimeu, porém a resposta dos discípulos é diferente.

Estes dois irmãos chegaram a Jesus e disseram: “Mestre, diga sim!”. Quantas vezes já ouvimos crianças fazerem o mesmo tipo de pedido! Do mesmo modo que um pai questiona a intenção da criança, Jesus questiona a intenção dos discípulos: “Que queres que eu te faça?”.

Estavam fazendo o pedido errado. Queriam ser os mais importantes no Reino, mas não haviam ainda compreendido o que o Reino era. Não entendiam o que deveriam pedir de Jesus. Foi necessário que aprendessem com um mendigo.

Sabiam que Jesus era o Cristo, mas não tinham o mínimo de uma idéia do que isto significava. Tinham olhos, mas não viam. Tinham ouvidos, mas não ouviam. Eram cegos, porém não percebiam a sua própria cegueira.

Jesus começou a ensiná-los a respeito da diferença entre as suas expectativas do Reino e a realidade do Reino. Ainda assim não enxergavam a realidade. Em lugar de pedir ajuda na compreensão, insistiram na sua perspectiva falha. Um mendigo cego ensinou a pergunta certa.

Proferiu o pedido que os próprios discípulos não sabiam fazer—“Mestre! Que eu veja!”.

É bem fácil criticar os discípulos pela sua falta de visão, porém somos tentados a cair nos mesmos entraves e nos mesmos problemas. Como eles, queremos que Deus faça conforme nós enxergamos e queremos quando a perspectiva do Criador nos aponta outra direção.
Pedimos incorretamente, pois não enxergamos adequadamente.

Precisamos aprender a pedir como Bartimeu.
Precisamos pedir de Deus uma nova perspectiva.
Precisamos alinhar as nossas vidas conforme a orientação do Criador, não querer alinhar o Criador dentro dos nossos moldes!

“Mestre, Que eu Veja!”. Que eu veja a vida como Tu a vês. Que eu veja esta circunstância conforme a tua vontade. Que eu possa enxergar a Tua vontade e o Teu propósito. “Mestre, que eu veja como tu queres!”.

DEVOCIONAL ABBA

* ENTÃO, VOCÊ CRÊ?

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“Saindo Jesus dali, dois cegos o seguiram, clamando: “Filho de
Davi, tem misericórdia de nós!” Entrando ele em casa, os cegos se
aproximaram, e ele lhes perguntou: “Vocês crêem que eu sou capaz defazer isso?” Eles responderam: “Sim, Senhor!”
Mt 9:27-28

Por que Jesus perguntou aos dois cegos se eles criam? Jesus precisava da fé deles? O poder de Jesus dependia da crença deles?

Claro que não! Jesus podia simplesmente com uma palavra ou mesmo um pensamento tê-los curado. Mas, Ele fez aquela pergunta constrangedora – “vocês crêem?”. É a mesma pergunta que Ele continua fazendo hoje, para mim e para você. Você crê?

É o que Max Lucado chamou de uma pergunta “para a beira do desfiladeiro”. É uma pergunta que só faz sentido quando todo nosso apoio e ajuda acabaram, quando nossa única esperança é Jesus. Então, esta pergunta faz todo sentido. Ela não é um amuleto que faz com que Jesus nos cure; ela é uma janela que nos leva a enxergar o propósito para o qual toda cura finalmente serve.

Se é só para libertar o corpo, então serviu para pouco. Se é para libertar a alma, então ela conseguiu alcançar o propósito das bênçãos desta vida – revelar-nos Quem realmente nos ama.

Quanto precisamos crer em Jesus! Crer, não para ser curado ou abençoado. Crer até para viver na enfermidade, no sofrimento e na perda, mas finalmente vendo Jesus e tudo o que Ele é. Que vista maravilhosa! Esta vale tudo, e só custa uma coisa – fé. Será que você já viu?

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