* RE-CRIAÇÃO DO HOMEM

“Muita gente tem um conceito distorcido de felicidade. O mais comum é vê-la como ausência completa de dor e como uma seqüência de momentos nos quais a pessoa se sente bem. É fácil preencher a vida com uma série de episódios efêmeros de bem-estar. São diversões que podem trazer satisfação momentânea, mas na manhã seguinte a vida não estará melhor e não haverá como evitar que aconteçam coisas ruins”

Eu concordo com tudo isto, mas não fui eu quem escreveu.Essas são palavras do psicólogo americano Steven Hayes, que aos 57 anos é considerado um dos mais polêmicos de sua área.

A idéia prevalente nos dias de hoje e que virou até mote de igreja – “Pare de Sofrer” – é que o sofrimento deve ser evitado a todo custo, que o importante é tomar uma pílula, ou fugir do problema, ou entreter-se com algo que desvia a atenção etc. e então, ser “analgesicamente” feliz.

Talvez a idéia, especialmente entre nós, cristãos, veio como reação ao pensamento medieval masoquista que alçava ao altar das mais nobres virtudes qualquer sofrimento que nos fizesse semelhante ao calvário do Cristo.

Deus não criou o homem para sofrer, mas usa o sofrimento para re-criar o homem. As circunstâncias adversas são ferramentas freqüentes nas mãos de Deus, porque toda facilidade gera flacidez. Todavia, entender o sofrimento e a dor como semelhantes do que sofreu Jesus é criar uma teologia estranha à Palavra de Deus. Ninguém sofre ou sofreu como Cristo, que nos substituiu como Cordeiro de Deus, que retira o pecado do mundo.

Quando sofremos, no entanto, entendemos melhor determinados propósitos de Deus que as circunstâncias benfazejas muitas vezes nos cegam para ver. Afinal de contas, quando tudo vai bem, quem vai prestar a devida atenção para as mudanças dos ventos e a tempestade que se avizinha?

Então, não fuja da dor. Também não busque a dor. Simplesmente a encare como um fato real e inevitável da vida. Lembre-se, porém, que você não está sozinho e que o final feliz é uma possibilidade concreta, quando se tem a melhor atitude como resposta à pior circunstância.

Jesus já dizia: “No mundo, tereis aflições, mas tende bom-ânimo: eu venci o mundo”, no mesmo espírito do salmista: “O choro pode durar a noite inteira, mas a alegria vem no amanhecer”.

Portal Momentos com Deus

* AREJANDO A ALMA

Quero trazer a memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, portanto esperarei nele. ” Lm 3:21-24

Jeremias e todo o povo de Israel estavam exilados na Babilônia. A nação israelita vivia um momento dificílimo. Sofriam angustiados, sem nenhum vislumbre de esperança, com se abandonados no fundo de um poço . Jeremias estava vivendo um momento de dor e de angústia. Vivia acuado, constrangido pelo inimigo. A tristeza havia tomado conta da sua alma e a esperança estava sendo arrancada do seu coração.

Jeremias se deixou contagiar pela gravidade da situação. Sem forças, ele se sentia morto. De repente, houve como que um estalo no seu interior, e ele, desperto da letargia espiritual.  Pôde perceber que aquele cativeiro estava minando os seus sentimentos e que, em decorrência disso, a desesperança estava assumindo o controle da sua própria vida.

Resoluto, ele disse: “Não! Eu não permitirei isso!” Sacudindo de si todo o mofo emocional ele continuou afirmando: “Eu não vou permitir que a minha alma seja um poço de amargura; nem que as circunstâncias venham ditar o estado da minha alma.

Minha mente não será um registro de dor e a minha memória não estará atada à desesperança.” Era exatamente isto o que ele estava dizendo: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” Até então ele estivera exercitando a sua memória apenas com lembranças dos acontecimentos trágicos. No arquivo da sua memória ele só buscava as fichas do humilhante, do ruim. Na sua memória não estava registrado nenhum outro programa afora a dor. Nenhuma outra seqüência além da desgraça, da derrota e do mal. Apesar de tudo isso, algo aconteceu no seu interior e ele acordou a tempo daquele torpor . Como um abrir de comportas, ele proclamou: “Agora eu quero trazer à memória o que me pode dar esperança.”

A única coisa que você tem e pode afirmar categoricamente, “isto é meu”, é a sua vontade. Você pode perder um bem material, mesmo porque ele tem vida útil limitada; pode até perder um membro do corpo, mas a única coisa que ninguém pode lhe tirar é o seu livre-arbítrio, a sua vontade, a sua capacidade de escolher. Deus escolheu passar-lhe a “escritura de posse” do seu livre-arbítrio. Você é um ser livre! Foi usando sua liberdade que Jeremias decidiu: “Eu quero! Eu escolho! Eu faço! Eu quero trazer à memória o que me pode dar esperança. Chega! Eu não vou mais viver infeliz.”

Tome uma iniciativa como fez o profeta Jeremias. Podemos aprender muito com Jeremias na mensagem do livro de Lamentações. Ela pode nos ser muito útil par anos ensinar a dar um “basta” a todas as situações de desesperança, de desespero e dor que insistem em dominar a nossa vida.

A única coisa do passado que interessa para o presente é exatamente aquilo que nos pode dar esperança; fatos, lições de vida que poderão nos estimular a prosseguir. E o que pode me dar esperança é justamente a realidade transcendental de que o nosso Deus é um Deus misericordioso. Você pode ter esperanças, porque as misericórdias e o poder do Senhor não têm fim .

Márcio Valadão, em “RENOVE A SUA ESPERANÇA”

* BENEFÍCIOS PARALELOS

O apóstolo Paulo tinha um o desejo incontrolável; que seus compatriotas judeus seguissem o Messias que ele encontrara. Ele afirmou: “Tenho grande tristeza e incessante dor no coração porque eu mesmo desejaria ser […] separado de Cristo, por amor de meus irmãos” (Romanos 9:2-3). Mas seus compatriotas judeus o rejeitavam, e ao Cristo que ele pregava.

Em sua carta, Paulo estabeleceu como ponto central (Romanos 9–11) uma passagem na qual ele lutava abertamente com esta oração não respondida da sua vida. Ele reconheceu um benefício paralelo muito importante desse desenvolvimento angustiante: a rejeição dos judeus por Jesus favoreceu a Sua aceitação pelos gentios. Paulo concluiu que Deus não havia rejeitado os judeus; pelo contrário, eles tinham tido a mesma oportunidade que os gentios. Deus tinha estendido e não limitado Sua aceitação à humanidade.

À medida que Paulo considerava o quadro geral, sua voz se elevava. E em seguida, ocorreu esta manifestação do seu coração: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!” (Romanos 11:33).

Os mistérios não solucionados e as orações não respondidas perdem sua cor se comparados ao do plano completo de Deus. No final, a oração não respondida me coloca face a face com o mistério que silenciou Paulo: a profunda diferença entre a minha perspectiva e a de Deus.

No pano de fundo disso tudo está aquele que foi um dos versículos mais inspirados e inspiradores de Paulo: “Tudo coopera para o bem dos que. amam a Deus” (Romanos 8:28).

Philip Yancey, em “ORAÇÃO – ELA FAZ ALGUMA DIFERENÇA?”

* O GRANDE AMOR DIVINO

jesuscristo
A Bíblia hebraica narra o amor de Deus por Israel com três principais metáforas:paternidade, maternidade e esponsalidade.

Estas três imagens ressaltam a maneira como Jeová decidiu relacionar-se com os seus. O Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Deus de Moisés, livremente decidiu criar seres capazes de amar e se perceberem amados.

A paternidade divina se expressa na maneira como Deus cuida, repreende e se interessa pela maturidade de seu povo, que precisa tornar-se construtor responsável da história:

“Também, no deserto vocês viram como o Senhor, o seu Deus, os carregou, como um pai carrega seu filho, por todo caminho que percorreram até chegarem a este lugar. Apesar disso, vocês não confiaram no Senhor, o seu Deus, que foi à frente de vocês…”  Deuteronômio 1.30-31.

A maternidade divina se expressa nos sentimentos mais viscerais de Jeová pelo seu povo. Jeremias 31.20 narra Deus sentindo suas vísceras fremindo por Efraim.

E o Salmista se percebeu numa relação maternal quando afirmou que era “como uma criança desmamada nos braços de sua mãe” – Salmos 131.2.

A esponsalidade revela o amor de Deus como numa aliança conjugal – “Traíram o Senhor, geraram filhos ilegítimos” (Oséias 5.7)

“Vi uma coisa terrível na terra de Israel. Ali Efraim se prostitui…” (Os 6.10).

“Como posso desistir de você, Efraim?” (Os 11.8)

Jeová se compara a um marido traído que se mantém fiel, mesmo quando a mulher o machuca.

Abraham Heschel diferenciou o Deus de Israel ao Deus da filosofia afirmando:

“O Deus dos filósofos é como a ananke grega, desconhecido e indiferente para o homem; pensa, mas não tem palavras; é consciente de si mesmo, mas esquece o mundo. O Deus de Israel, pelo contrário, é um Deus que ama; é um Deus conhecido pelo homem e que se ocupa do homem. Ele não só governa o mundo com a majestade de seu poder e de sua sabedoria, mas reage intimamente aos eventos da história. Ele não julga as ações dos homens com impassibilidade e distância; seu julgamento está impregnado pela atitude daquele ao qual essas ações lhe interessam intima e profundamente. Deus não se mantém fora do raio do sofrimento e da dor humanos. Ele é pessoalmente envolvido, até mesmo influenciado pela conduta e destino do homem.”

Portanto, a Bíblia hebraica não considera que Soberania como um conceito que descreve Deus agindo e dispondo o mundo de acordo com seus próprios critérios.Soberania na Bíblia, tem mais a ver com a fidelidade divina de não desistir de amar e continuar interpelando seus filhos rebeldes para que se voltem para si. Mesmo quando Israel lhe deu as costas, Deus, teimosamente, insistiu em continuar amando.

Essa soberania lhe custa muito caro. Isaías chegou a afirmar que Deus experimenta dores agudas, como de parto, esperando um novo futuro para seu povo:

“Fiquei muito tempo em silêncio, e me contive, calado. Mas agora, como mulher em trabalho de parto, eu grito, gemo e respiro ofegante.” Isaías 42.14.

Portanto, a Bíblia não declara que Deus é amor como um chavão religioso. Nesta frase há desdobramentos profundos que precisam ser refletidos até às últimas conseqüências.

Soli Deo Gloria.

Pr Ricardo Gondim (www.ricardogondim.com.br)

* CERTEZA DE AMPARO E AJUDA

Tenha certeza de que, por mais difíceis que sejam os problemas, por mais horrorosas que sejam as situações pelas quais você venha a passar jamais as misericórdias do Senhor serão esgotadas. O mundo oferece um tempo esgotável de auxílio. Isto é, se a carência se prolonga, as pessoas se enfadam de ajudar e as suas “misericórdias” se esgotam.

Apesar dos limites da tolerância humana, você não deve se preocupar nem um pouco, Deus não age como nós, pois as misericórdias do Senhor não têm fim. Deus não se cansa de ajudá-lo. O salmista exaltou a bondade do Senhor ao declarar: “[...] o seu favor dura a vida inteira. Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã.” (Sl 30.5).

Você pode contar com a proteção do Senhor por toda a sua vida. Isto não é uma quimera, uma situação fantasiosa para suportar as adversidades, é realidade! Aproprie-se das misericórdias de Deus, porque elas são reais, abundantes e eternas! A misericórdia do Senhor nos faz entender que Ele se importa conosco, que se interessa por nós, que intervém e age em nosso favor, que Ele nos ama, nos percebe e nos entende.

O favor do Senhor é tão grande que não existe nada que seja maior do que o seu poder e nada há de ser tão pequeno que a sua misericórdia não possa alcançar. Ele conhece a sua dor, entende os conflitos do seu coração, compadece-se da angústia da sua alma. Por isso, interiorize essa verdade como fez o profeta Jeremias: “Grande é a tua fidelidade.” Lm 3:23. A fidelidade do Senhor, a firmeza de Seus sentimentos em relação a nós e a observância rigorosa da aplicação desse fato verdade em nossa vida nos devolve a serenidade e a convicção da ajuda nas horas apertadas.

Não se sinta abandonado à sua própria sorte, como se fosse possível o desamparo de Deus, se você não estiver “vendo as pegadas” de Jesus ao seu lado, não pense que está caminhando sozinho; com certeza Ele o está carregando em seus braços. Aproveite esses momentos para encostar a cabeça em seu ombro e descansar confortavelmente. Abra o seu coração e fale com Senhor, Ele vai confortá-lo, e o seu coração se encherá de esperança e alegria. Firme-se nas promessas do Pai, pois foi Ele quem prometeu: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.” (Is 41.10).

Márcio Valadão, em “RENOVE A SUA ESPERANÇA”

* ÂNCORA DA ALMA

Em meio as contendas e dificuldades, é absolutamente necessário olhar para fora da tempestade. Contudo, normalmente estamos desorientados, perturbados, com os pensamentos confusos e emoções distorcidas. A realidade se comporta como espinhos.

É neste momento que devemos buscar uma âncora, um ponto imutável, um ponto estável para visualizar as coisas de modo diferente, na verdade, precisamos ver a verdadeira Realidade para a situação.

O autor de Hebreus nos descreve do que consiste a Âncora da nossa alma, ou, o que realmente pode dar orientação segura para uma alma que está sem direção:

“Porque os homens certamente juram por alguém superior a eles, e o juramento para confirmação é, para eles, o fim de toda a contenda. Por isso, querendo Deus mostrar mais abundantemente a imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa, se interpôs com juramento; Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta”  Hebreus 6:16-20

O que estabiliza nossa alma é a promessa de Deus. E toda a promessa de Deus tem dois grandes fundamentos:

1)      Mas Deus não é semelhante aos homens que mentem, Ele jurou por si mesmo e Ele honra a sua palavra: Jer 1:12 “Então me disse o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.”

2)      A esperança proposta por Deus é uma ardente expectativa pelas coisas celestiais, que fundamentam uma posição de cabeça erguida agora!

Devemos erguer nossos olhos com esperança, ouvir a voz de Deus, que vem quando estamos em plena comunhão com Ele na oração, quanto a promessa escrita em sua palavra, e criar a expectativa ardente a respeito da nossa situação atual.

Aquele que consegue isso vislumbra a saída, a alma se acalma na paz de Deus, e agradecemos antecipadamente pela vitória que está à  frente.

Evelyn Christenson, EM “O QUE ACONTECE QUANDO DEUS RESPONDE AS NOSSAS ORAÇÕES”

* ASAS PARA SONHAR

Hans Babblinger, cidadão de Ulm, Alemanha, queria voar. Queria desafiar a lei da gravidade. Queria planar como um pássaro.

Problema: Ele vivia no século 16. Não existiam aviões, helicópteros nem máquinas voadoras. Era um sonhador com planos avançados demais para a época. Queria o impossível.

Hans Babblinger, contudo, dedicou-se a uma profissão cujo objetivo era ajudar as pessoas aconseguir o impossível. Ele fabricava pernas e braços artificiais. Trabalhava continuamente porquenaquela época a amputação era uma solução comum para certas enfermidades ou ferimentos. Suatarefa consistia em ajudar os deficientes a vencer os obstáculos.

Babblinger sonhava fazer o mesmo para si.

Com o passar do tempo, usou suas habilidades para construir um par de asas. Breve chegou o dia de testá-las nas montanhas dos Alpes da Bavária. Ótimo local. Escolha auspiciosa. As correntes ascendentes de ar são comuns naquela região. Em um dia memorável, sob o brilho do sole os olhares dos amigos, ele saltou do patamar de uma montanha e chegou são e salvo ao solo.

Seu coração vibrou de alegria. Os amigos aplaudiram. E Deus regozijou-se. Como sei que Deus se regozijou? Porque Deus sempre se regozija quando ousamos sonhar. Na verdade, quando sonhamos assemelhamo-nos muito a Deus. O Mestre exulta diante de coisas novas. Encanta-se ao eliminar coisas velhas. Escreveu o Livro sobre como tornar possível o impossível.

Exemplos? Constate no Livro Sagrado:

Pastores de 80 anos normalmente não fazem faraós de tolos… mas não diga isso a Moisés.

Pastores adolescentes normalmente não enfrentam gigantes… mas não diga isso a Davi.

Pastores que guardam o rebanho durante as vigílias da noite normalmente não ouvem anjos cantar nem têm a oportunidade de visitar Deus no estábulo… mas não diga isso aos pastores de Belém.

E, acima de tudo, não diga isso a Deus. Ele eternizou o fato de fazer voar o que estava preso à terra. E zanga-se quando as asas do povo são podadas. Essa é a mensagem da história da figueira, uma cena peculiar envolvendo uma figueira sem frutos, o monte e o mar. Jesus e seus discípulos dirigiam-se para Jerusalém na segunda-feira de manhã após passarem a noite em Betânia. Ele estava com fome e avistou uma figueira à beira da estrada. Ao aproximar-se da figueira, constatou que, apesar de ter folhas, a árvore não tinha frutos. A figueira sem frutos o fez lembrar do que presenciara no templo no domingo e no que faria nesse mesmo templo ainda naquele dia.

Por isso, condenou a árvore. “Nunca mais nasça fruto de ti.” A árvore secou imediatamente. No dia seguinte, terça-feira, os discípulos vêem o que aconteceu com a árvore. Ficam admirados. No dia anterior, a árvore estava viçosa e cheia de vida: agora está seca e morta.

“Como pôde secar tão depressa?” perguntaram. E Jesus lhes respondeu: “Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não somente fareis o que foi feito à figueira, mas até mesmo, se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar, tal sucederá; e tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis.”

Na história, você não encontrará as palavras sonho, voar ou asa. Porém, se analisar atentamente verá a história de um Deus que despreza a descrença e convoca os Babblingers do mundo a subir na montanha e testar suas asas.

Max Lucado, em “QUANDO OS ANJOS SILENCIARAM”